Aqui a primavera chega com o murmúrio do vento que desce das fragas e corre, pela ribeira, ao sabor da margem. Por estes lados o tempo passa em ritmo próprio, com passos certos e sem pressa… A cada ano a vida renasce prenha das sementes que rasgam o ventre das terras que o inverno em vão congelou.
A ribeira é a única que teima em passar sem se deter, sem nunca parar. Mas ela é certa e constante no eterno fluir da troca de estações. Para nós, simples mortais, passageiros. Viver o presente é a melhor maneira de ser eterno em cada momento. Um saber que leva tempo mas devolve felicidade.
Um aviso para quem quiser passear pelas pombinhas! Precisa estar preparado para acertar o coração com o relógio deste paraíso e deixar encher o peito e os olhos com a beleza que jorra por todos os lados, e sentir, saborear o ar, e a natureza. Sem dúvida, isto é um grande privilégio que vale a pena!
Um forte abraço para a Guilhermina e o Ernesto. Um muito obrigado ao Alberto Paulo pelas fotos. A todos um convite para visitarem este lugar encantador.
Abraço
Luis Pardal
[Imagem histórica em validação de autoria e direitos]
[Imagem histórica em validação de autoria e direitos] [Imagem histórica em validação de autoria e direitos]
[Imagem histórica em validação de autoria e direitos]
Nota editorial: conteúdo recuperado do antigo Portal Castelo Branco Mogadouro. A formatação foi atualizada para esta republicação; o texto e a data histórica foram preservados.
Imagens recuperadas






Imagens recuperadas do acervo histórico do Portal Castelo Branco Mogadouro. Créditos e direitos em conferência documental.